Crianças e adolescentes com dificuldades nos relacionamentos interpessoais, podem ter dificuldades em entender os sentimentos do outro.
Podem ter dificuldades em interpretar as mensagens nas falas e nas expressões faciais do outro.
Também, podem ter dificuldades em manifestar seus sentimentos e em demonstrá-los de forma clara.
Para auxiliar nestes momentos a estas crianças e adolescentes, podemos trabalhar com teatros e nas dramatizações estas crianças podem atuar em diferentes situações e personagens, isto é, hora são ativos, hora tímidos, hora são vilões e hora são mocinhos e assim por diante.
Outra estratégia, é trabalhar as expressões faciais, com o objetivo de estimular a empatia e também a interpretação e compreensão dos sentimentos do outro.
Segue algumas expressões faciais para auxiliar nestas atividades:
O colorido das imagens auxiliam na estimulação da atenção e percepção visual.
sábado, 6 de janeiro de 2018
domingo, 24 de setembro de 2017
O Brincar para Construir o Mundo, para Aprender!
Assim como o alimento, o amor e a
proteção, o brincar é fundamental para o desenvolvimento da criança.
Ao receber os estímulos corretos, as
atividades lúdicas ajudam a criança a desenvolver os cinco sentidos e a
descobrir os contextos em que transita com mais prazer e segurança. Assim ela
inicia as suas descobertas sobre o mundo.
Enquanto bebê seus estímulos vêm dos
contatos com as pessoas da família e outras. Nos primeiros meses de vida, eles
estão se descobrindo e conhecendo os outros. Nesta fase, a vida e as relações
são os grandes "brinquedos". Por isso, é importante conversar,
cantar, contar histórias e conviver com eles.
Quando vão crescendo, começam a se
interessar por objetos e brinquedos, entra em cena a imaginação, o simbólico.
Este período representa uma oportunidade para o desenvolvimento global.
Quando a criança tem 1 ano, os brinquedos
de encaixar e de montar, são oportunidades para a criança desenvolver o seu
raciocínio lógico.
Pelos 3 anos em diante, as crianças já têm
habilidades mais elaboradas e maduras e conseguem brincar com jogos (quebra
cabeça, memória, dominó, simples para serem montados).
Quando a criança brinca ela aprende a
conhecer e explorar o mundo. Ela está construindo um mundo de aventuras, de
conquistas, de diversão e de desafios, essenciais para uma vida feliz.
Através do brincar, pode-se estimular ou
resgatar o prazer para a aprendizagem, promovendo competências necessárias à
escola, mas fundamentalmente, necessárias à vida e ao futuro de cada um.
O brincar deve proporcionar as conquistas
e as descobertas, para que no futuro tenhamos pessoas envolvidas e que
encontrem gosto para o trabalho, cientistas que lutam para uma descoberta,
poetas que admirem a lua, enfim, pessoas que exibam um imenso brilho no
olhar!
"Tanto o
gato quanto a criança, quando brincam, não o fazem por algum interesse
imediato, nem movidos pela fome ou outra necessidade, mas parecem se dedicar a
uma atividade gratuita, que está na base da curiosidade e move a
conquista...Este brilho é o ânimo, a alma, o núcleo da atividade
humana." (Fischer, 1976, p.60)
Aprendemos quando podemos confiar (nos
outros, em nós, no espaço). Aprendemos com quem nos escuta. Aprendemos quando
nos escutamos. Aprendemos quando o ensinante nos reconhece (nos considera
pensantes)
"Hoje, mas do que nunca, os laços de
solidariedade, a presença do grupo, de equipe de trabalho, de amigo, permitem
suprir a necessidade de permanência, que acompanha a mudança. Diante do avanço
da tecnologia, hoje, mais do que nunca, se faz necessário a presença da poesia
que alimenta a autoria,".( Alicia Fernández, psicopedagoga)
Winnicott, psicanalista, redimensionou o
conceito de brincadeira, como uma atividade que possui um valor em si,
instituída como uma atividade infantil, e que também faz parte do mundo do
adulto.
A criança se utiliza do brincar, se
utiliza dos brinquedos, não importando a estrutura de ambos como um esforço
adaptativo solicitado pela sociedade e ainda, pela vida. A socialização faz-se
por intermédio das regras. As regras representam os limites, este
"pode-não-pode", que regula as relações entre as pessoas.
Por meio das brincadeiras, dos jogos com
regras, a criança pode construir, ou seja, inventar normas para suas
brincadeiras,e, com isso, descobrir e conhecer o outro.
Ao se relacionar, descobre a necessidade
de regular o comportamento, estabelecendo limites, no sentido de impor
determinadas condições num contexto de socialização. Todo este processo,
facilita e contribui para a vida social; sem ele, seria bem mais difícil para o
indivíduo subordinar-se às regras da cultura à qual pertence, ou
transformá-las.
O brincar, portanto, está na base do
aprender, do conhecer-se, do sentir-se e, efetivamente, ser alguém no mundo.
O brincar é a experiência da criança, ela
tem que fazer as coisas, tem que experimentar, ela tem que errar, ser absurda,
inquieta, sem lógica e adequação. Porque só através do fazer é que ela adquire
conhecimento de como são as coisas, adquirir sensatez, lógica e adequação.
Devemos colocar limites, sim, na criança,
mas não podemos inibir a sua capacidade de investigação.
A criança arteira, experimenta. Arteira e artista vem de arte. Esta conduta carrega, implicitamente, uma atividade criativa.
O que move o brincar, é a imaginação, e é nela que se concentram o mundo particular e a história de cada indivíduo.
(Psicopedagoga e
Educadora Especial Amalia Cardoso)
Contribuições de Piaget, Macedo, Sara Paim, Alicia Fernándes,
Winnicoutt e Granger)
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Síndrome de Irlen.
Trata-se de
uma dificuldade relacionada à Manutenção da
Atenção, Compreensão e Memorização e à atividade
ocular durante a leitura, cuja
consequência é um déficit de Aprendizado, que pode comprometer
o comportamento do indivíduo e suas Relações
Sociais. A Síndrome de Irlen – que recebeu o nome da Dra.
Helen Irlen, psicóloga americana responsável pela descoberta e pelos estudos
internacionais sobre o assunto – ainda é muito pouco difundida no Brasil,
apesar de já existirem Centros de Diagnóstico e Tratamento em 42 Países.
Agora pasmem para a seriedade disso: Pesquisas indicam que cerca
de 46%
das pessoas com dificuldades escolares TEM Síndrome de Irlen, condição que afeta PESSOAS de todas
as idades, com Inteligência Normal ou Superior à média e está relacionada à
desorganização no cérebro, das INFORMAÇÕES recebidas pelo Sistema Visual.
Pesquisas
realizadas no Brasil são ainda
mais alarmantes: a cada 7 crianças ao menos uma
apresenta algum nível de dificuldade relacionada ao Irlen!
O que causa a síndrome?
Sua causa é
uma sensibilidade extrema a certas ondas de
luz, o que provoca, por exemplo, distorções em materiais de leitura e
escrita, resultando em menor qualidade no desempenho escolar e de vida. Por
favor, não confunda com uma simples fotofobia, ou sensibilidade aumentada para
a claridade, não é disso que estamos falando. O problema é muito mais complexo.
Continue me acompanhando.
Essa sensibilidade extrema a certas
ondas de luz gera dificuldades nas atividades diárias e escolares, pois produz
perda de foco, distorções principalmente em material gráfico ou mapas,
inversões de letras, trocas de palavras, perda de linhas num texto, desconforto
nos olhos, cansaço, distração, sonolência, dores de cabeça, enxaqueca,
hiperatividade, irritabilidade, enjôo e fotofobia, tudo isso após um intervalo
relativamente curto de esforço despendido, na tentativa de realizar o
processamento das informações visuais.
Esses sintomas podem levar os
profissionais da saúde a erroneamente e por total desconhecimento da Síndrome
de Irlen a diagnosticar seu filho como tendo dislexia, déficit de atenção,
autismo, hiperatividade, problemas de processamento auditivo e até
esquizofrenia, pois o cérebro de quem sofre de Irlen é super estimulado,
podendo provocar o aparecimento de alucinações visuais, auditivas e até
cinestésicas.
Mas o médico de sua confiança pode
ter se enganado tanto no diagnóstico de seu filho? Pode sim, simplesmente
porque ele NUNCA OUVIU FALAR da Síndrome de Irlen! Acredite: fiz tratamento
durante três longos anos com fonoaudiólogas para tratar do processamento audito
de minha filha, dei remédio para TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com
Hiperatividade) e agora descubro que a questão era de processamento visual, por
isso os resultados não apareciam!
Como é o tratamento?
São feitas
intervenções psicopedagógicas e médicas para preparar a criança para lidar com
a sua diferença, mas boa parte das limitações já é sanada com a utilização do
método Irlen, que consiste na avaliação do problema e indicação de
sobreposições coloridas chamadas de overlay
(transparências de acetato) sobre os textos ou filtros seletivos (lentes
coloridas em óculos que recebem um tratamento nos Estados Unidos). As
transparências de acetato, ou overlay são colocadas sobre o texto ou em frente
à tela do computador, filtram o excesso de luz e permitem que a criança
enxergue normalmente.
Já os
óculos com lentes coloridas e especiais facilitam o dia a dia da criança
e devem ser usados o tempo todo, inclusive em ambiente fechado, porque a luz
branca, que é a mais comum em escolas, supermercados e estabelecimentos
comerciais de modo geral, é a mais prejudicial para o Irlen, inclusive
mais incômoda do que a luz solar.
Os óculos demoram cerca de 40 dias
para ficarem prontos e até lá minha filha está utilizando o overlay para
realizar as leituras e tarefas escolares. A cor das lentes varia de acordo com
a faixa de luz que precisa ser filtrada, e não com o gosto pessoal. Tudo isso é
testado pela equipe da Dra. Marcia.
E quais são os sintomas que podem
estar relacionados ao Irlen, ou seja, o que me dá pistas que talvez eu tenha um
desses casos dentro de casa?
Características da Síndrome:
·
Tropeçam com freqüência, são
desastrados e deixam cair objetos;
·
Levam muito tempo para realizar
leituras e para acabar a lição de casa;
·
Queixam-se de dores de cabeça, tensão
ou cansaço na escola ou quando lêem;
·
Evitam a leitura ou não tem prazer em
ler principalmente em voz alta;
·
Saem-se mal em testes cronometrados
ou testes padronizados;
·
Lêem o começo do capítulo e os
resumos ao invés de lerem o capítulo todo;
·
Tem mais facilidade em aprender nas
discussões orais do que lendo;
·
Esforçam-se bastante para tirar boas
notas, mas não conseguem;
·
Podem ser considerados preguiçosos ou
desmotivados e sempre lhes dizem que poderiam render mais caso se esforçassem;
·
Tem problemas de fluência e
compreensão da leitura;
·
Tem problemas de concentração durante
a leitura ou escrita;
·
Distraem-se facilmente ao ler ou
escrever;
·
Ficam distraídos ou apresentam
desconforto quando estão num local com luzes fluorescentes ou brancas;
·
Entram em estado de devaneio durante
a aula;
·
Não conseguem permanecer muito tempo
fazendo tarefas acadêmicas;
·
Queixam-se freqüentemente de dores de
cabeça, enxaqueca e outros sintomas físicos, tais como dores de estômago,
tontura e fadiga;
·
Sempre que podem preferem ficar no
escuro ou com fraca iluminação;
·
Sentem-se incomodados com a luz de
faróis de veículos e com brilho em geral;
·
Apresentam desconforto visual ao usar
o computador e terminam o dia exaustos;
·
Podem apresentar dificuldade ao olhar
para listras ou xadrez;
·
Podem apresentar pouca noção corporal
espacial ou dificuldade com degraus e escadas rolantes;
·
Têm dificuldade para pegar uma bola
que lhes e atirada;
·
Na infância podiam apresentar
tendência a brincar debaixo de móveis, dentro de guarda-roupa ou simplesmente
com menos luz nos ambientes;
·
Apresentam incômodos também com o som
alto ou alergias pelo corpo e principalmente nos olhos porque são extremamente
sensíveis também nos outros órgãos dos sentidos;
·
Apresentam pouca coordenação motora
grossa e fina.
Lentes são obrigatórias:
Outra coisa importante que você
precisa saber é que as lentes são um recurso necessário porque o impacto do Irlen
no desempenho de quem sofre deste quadro tende a impedi-lo de competir em
igualdade de condições com seus pares, seja na escola, ou na vida adulta, uma
vez que os sintomas se acentuam em locais lotados ou ruidosos, com excesso de
movimentação, iluminação ou odores.
Contribuição de Dra Márcia Luz
Mestre me Biologia Molecular pela Universidade
de Paris, ex-parceira do Instituto das Forças Armadas de Washington- DC,
Doutora em Neurovisão pela Faculdade de Medicina UFMG, Chefe do Departamento de
Qualidade da Visão do Hospital dos Olhos de Minas Gerais, Professora e
Coordenadora de Embriologia Ocular do Curso de Ciências Básicas. Como se o seu
preparo técnico não bastasse, a Dra. Marcia aprendeu tudo o que sabe direto na
fonte, realizando pesquisas com a equipe
da NASA, sendo que vários dos equipamentos utilizados no
diagnóstico que ela realiza foram trazidos de lá.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Síndrome de Solomon: O medo de se destacar!
"Foi um experimento feito na década de 50 pelo psicólogo Solomon Asch com 123 alunos. ( João Alexandre Borba, psicólogo e mastercoach)
Ele colocou dentro de uma sala de aula sete alunos que já sabiam a resposta de uma situação que ele criou, onde foi colocada uma imagem com três linhas completamente diferentes uma das outras e colocou uma quarta linha que era igual uma das outras três.
Os sete alunos que sabiam a resposta foram induzidos por Asch para darem a resposta errada e diziam que a linha certa era a primeira. Enquanto isso, o oitavo estudante entrava na sala achando que o resto dos garotos participava da mesma prova de visão que ele e também era induzido. Ele até percebia o erro, mas se induzia pelos outros," explica
O psicólogo explica que este resultado é em função de pressão social. João Borba alerta que desde a infância esta síndrome deve ser observada. "Esse movimento de olhar para si mesmo deve ser incentivado desde a infância para que o indivíduo vá se formando como alguém capaz de acreditar nele. A raiz de tudo vem muito do olhar que nossos pais dão para gente," explica.
Uma sugestão de João Borba é fazer uma lista de 30 qualidades pessoais, para mostrar o que tem para oferecer ao mundo. Depois fazer outra lista de momentos em que a pessoa tem oportunidade de expor e aprimorar estas características, de forma que se ganhe segurança e se torne cada vez mais única e especial.
Fonte: http://www.psicologiasdobrasil.com.br
Ele colocou dentro de uma sala de aula sete alunos que já sabiam a resposta de uma situação que ele criou, onde foi colocada uma imagem com três linhas completamente diferentes uma das outras e colocou uma quarta linha que era igual uma das outras três.
Os sete alunos que sabiam a resposta foram induzidos por Asch para darem a resposta errada e diziam que a linha certa era a primeira. Enquanto isso, o oitavo estudante entrava na sala achando que o resto dos garotos participava da mesma prova de visão que ele e também era induzido. Ele até percebia o erro, mas se induzia pelos outros," explica
O psicólogo explica que este resultado é em função de pressão social. João Borba alerta que desde a infância esta síndrome deve ser observada. "Esse movimento de olhar para si mesmo deve ser incentivado desde a infância para que o indivíduo vá se formando como alguém capaz de acreditar nele. A raiz de tudo vem muito do olhar que nossos pais dão para gente," explica.
Uma sugestão de João Borba é fazer uma lista de 30 qualidades pessoais, para mostrar o que tem para oferecer ao mundo. Depois fazer outra lista de momentos em que a pessoa tem oportunidade de expor e aprimorar estas características, de forma que se ganhe segurança e se torne cada vez mais única e especial.
Fonte: http://www.psicologiasdobrasil.com.br
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Inteligências Múltiplas!
Howard Gardner identificou nove tipos distintos de inteligências e vem pesquisando outras mais: Linguística, Lógico-Matemática, Visuo-Espacial, Cinestésica, Musical, Interpessoal, Intrapessoal, Transcedental ou Espiritualista(Existencialista) e Pictórica.
Afirma que todo ser humano nasce com todas as inteligências e que elas são moldadas pelos estímulos recebidos para se desenvolverem. Isto torna as pessoas diferentes umas das outras, com graus variados de cada inteligência e com maneiras diferentes de as combinar e organizar.
Ressalta que, embora independentes, raramente funcionam isoladamente.
Rubem Alves vem contribuir a respeito das inteligências, apontando a necessidade da motivação, da emoção e do desejo para o aprender.
Howard Gardner aponta que cada ser humano tem uma combinação única de inteligência. Este é o desafio educativo fundamental.
Contribuição de Copyright- Instituto de Pesquisas em Neuroeducação -Todos os direitos reservados.
Afirma que todo ser humano nasce com todas as inteligências e que elas são moldadas pelos estímulos recebidos para se desenvolverem. Isto torna as pessoas diferentes umas das outras, com graus variados de cada inteligência e com maneiras diferentes de as combinar e organizar.
Ressalta que, embora independentes, raramente funcionam isoladamente.
Rubem Alves vem contribuir a respeito das inteligências, apontando a necessidade da motivação, da emoção e do desejo para o aprender.
Howard Gardner aponta que cada ser humano tem uma combinação única de inteligência. Este é o desafio educativo fundamental.
Contribuição de Copyright- Instituto de Pesquisas em Neuroeducação -Todos os direitos reservados.
sábado, 14 de novembro de 2015
O Autista e a Teoria da Mente!
O autista é incapaz de realizar a leitura dos sentimentos do outro observando a sua fisionomia ou entendendo o sentido figurado de algumas falas.
Isto se dá devido a sua insuficiência da Teoria da Mente.
O autista não tem a capacidade da empatia, pois sua leitura de mundo é única e dele mesmo.
Isto se dá devido a sua insuficiência da Teoria da Mente.
O autista não tem a capacidade da empatia, pois sua leitura de mundo é única e dele mesmo.
A Teoria da Mente Insuficiente implica em dificuldades em:
- Entender os sentimentos alheios.
- Entender que os outros esperam que seu comportamento mude dependendo de onde ou com quem estão.
- Prever o que as pessoas podem fazer em seguida.
- Interpretar diversos gestos ou expressões faciais.
- Entender como o seu comportamento pode irritar terceiros.
- Entender regras sociais.
- Expressar as próprias emoções adequadamente.
Para auxiliar a pessoa autista é necessário mostrar ilustrações de diferentes emoções e até, se possível, mostrar vídeos de diferentes condutas humanas: risos, choro, raiva, prostração, etc.
É necessário que o professor ou quem está ensinando a pessoa autista faça com que no momento da fala o seu olhar encontre com o olhar do autista.
Trabalhar com mímicas e/ou dramatizações em que a pessoa autista visualize diferentes comportamentos e se conseguir atuar no teatro, que faça diferentes papéis na peça, com a possibilidade de se colocar no lugar do outro e experienciar diferentes emoções.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Atividades de Coordenação Óculo Motora e Traçados de Letras, Números e Figuras Geométricas!
Algumas Atividades Práticas para a estimulação à Coordenação Óculo Motora:
Através de Brinquedos Construtivos, alunos podem receber estimulação à Lateralidade, Coordenação óculo Motora, traçados de Letras e Números e fixação das Figuras Geométricas.
Durante os vários exercícios, eles brincam e descobrem os traçados que devem fazer para realizar as figuras, os caminhos, as letras e os números.
Fonte: OG Brinquedos Construtivos de Ana Guimarães
Através de Brinquedos Construtivos, alunos podem receber estimulação à Lateralidade, Coordenação óculo Motora, traçados de Letras e Números e fixação das Figuras Geométricas.
Durante os vários exercícios, eles brincam e descobrem os traçados que devem fazer para realizar as figuras, os caminhos, as letras e os números.
Fonte: OG Brinquedos Construtivos de Ana Guimarães
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